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O legado final de Matisse

Henri Matisse trabalhando em seu ateliê, na França (Foto: Robert Capa/Divulgação)

 

# A exposição Matisse 1941–1954, em cartaz no Grand Palais, em Paris, apresenta uma mostra de escala inédita dedicada aos últimos anos de Henri Matisse, reunindo mais de 300 obras produzidas entre 1941 e 1954. O recorte evidencia um período de intensa criatividade, considerado fundamental para a transformação da arte moderna, com uso inovador de cor, luz e forma.


La Tristesse du roi, pintada em 1952, é uma das obras da exposição (Foto: Philippe Migeat/ Divulgação)

La Tristesse du roi, pintada em 1952, é uma das obras da exposição (Foto: Philippe Migeat/ Divulgação)


# Mesmo após enfrentar uma cirurgia quase fatal em 1941, que o deixou fisicamente debilitado, Matisse viveu uma fase de reinvenção artística que ele próprio definiu como um “florescimento”. Longe de desacelerar, o artista criou algumas de suas obras mais radicais e influentes, explorando novas técnicas e expandindo os limites de sua linguagem visual.


La Blouse Roumaine faz parte do acervo do Centre Pompidou (Foto: Philippe Migeat/ Divulgação)

La Blouse Roumaine faz parte do acervo do Centre Pompidou (Foto: Philippe Migeat/ Divulgação)


# A mostra destaca justamente essa potência criativa tardia, desafiando a ideia de declínio na velhice e reafirmando o legado de Matisse como um dos grandes nomes da arte moderna. Ao reunir pinturas, desenhos e recortes icônicos, a exposição se consolida como um dos eventos culturais mais relevantes em cartaz em Paris. A visitação vai até 26 de julho.


Red Interior, óleo sobre tela (Foto: Walter Klein/Divulgação) 

Red Interior, óleo sobre tela (Foto: Walter Klein/Divulgação)